| — | Letícia Loureiro (via desentorte-me) Bjbj: Victoria |
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
“Mãos, pés, sorrisos, bochechas. Não sei o que em você me encanta mais...
Hoje sonhei com você pela primeira vez e, sei lá, acho que não deve ser um bom sinal. Eu gosto do seu sorriso e de como seu rosto se estica e fica cheio de marquinhas quando ele aparece por aí. Eu gosto da pintinha que você tem na bochecha, e nem ligo quando te julgam feio. Eu te acho muito fofo, mesmo com todos aqueles papos sobre sexo e típicas conversas de garoto da sua idade, tá? Tudo bem, eu compreendo. Eu compreendo você. Acho que aprendi até mesmo a gostar das suas cicatrizes, causadas pelos seus tombos nas motos, quando no outro estado você dirigia mesmo sem poder. Gosto das suas mãos ásperas, tão diferentes de outro guri que outro dia conheci. Gosto do seu sotaque e do seu jeito tremendamente engraçado de puxar o s, e até aprendi a gostar do meu jeito óbvio de demonstrar isso. Quem diabos ainda não percebeu? Eu gosto do seu jeito engraçado de me esmagar até eu gritar por ajuda, e também gostei muito de quando o guri que um dia eu gostei me olhou engraçado e disse que não, que nem ia ajudar. Eu gosto do seu jeito de pular em cima de mim, literalmente, e de se prender em mim com as duas pernas, quase deslocando os meus ombros. Gosto do seu abraço apertado e do seu jeito de ficar cutucando as minhas costas, e gosto dos meus sonhos com você. Eu nem te conheço, guri, nem te conheço muito bem. Mas ‘cê sabe, eu aprendi a gostar de um jeito rápido demais. Porque mesmo com todos os defeitos, jeito meio infantil, atitudes idiotas e mesmo com todas às vezes em que você me surpreende e eu morro de rir, mesmo quando dói…. Eu gosto de ter seu cheiro em mim, na minha blusa. Eu gosto da sua assinatura e das suas letras ilegíveis, que penso nunca ser capaz de decifrar. Guri, acho que eu gosto de você.”
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